quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Agosto mês das vocações




A palavra VOCAÇÃO vem do latim – vocare – que significa CHAMAR. Todo ser humano é chamado por Deus a viver, a conviver e a crescer espiritual e humanamente. Assim, vocação é oferta de Deus, resposta da pessoa e compromisso com Deus e com os irmãos.
Características da vocação:
• É uma escolha vivida 24 horas por dia,
• É única para cada pessoa,
• É serviço ao outro,
• É uma missão no Reino.

A pessoa humana pode ser chamada para participar da obra de Deus:
• No Casamento,
• Na Vida Laical,
• Na Vida Consagrada,
• Na Vida Sacerdotal.



A vocação de Abraão


Abraão era de idade avançada quando foi chamado por Deus. Ele já havia constituído uma família, era dono de alguns bens e servos. Diante de sua vida simples, o Senhor apresenta as suas intensões, o seu projeto dizendo: “Sai de tua terra!”. Abraão vai e começa a pertencer ao Senhor, ao Deus da vida. Não mede os seus esforços diante das exigências, pois sua fé e confiança em Deus ultrapassam todas as dificuldades.


Gn 12, 1-9; Gn 15,1-11; Gn 22,1-19



A vocação de Maria


O povo de Deus vivia esperando o Messias, anunciado e prometido pelos profetas. Mas, foi a uma jovem humilde e dedicada, que vivia na simplicidade dos afazeres, dos trabalhos cotidianos, a responsabilidade de gerar em seu ventre o Salvador. Ela era a filha de Joaquim e Ana, residente em Nazaré e noiva do carpinteiro de nome José. Através do Anjo Gabriel, ela recebe o convite de ser mãe do Verbo Encarnado. Diante dessa proposta ela sentiu medo, mas com muita coragem e disponibilidade responde: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a sua Palavra!”. Aos pés da cruz essa mãe sofre com a morte de seu amado Filho. Mas, é na cruz que ela recebe uma nova missão: tonar-se mãe de toda a humanidade.



LC 1,26-38; Jo 19,26-27

quarta-feira, 3 de agosto de 2011



D. Ettore Dotti, primeiro Bispo Diocese de Naviraí - MS









Na praça central Euclides Fabris, em frente à Igreja matriz, torno de dez mil pessoas participaram da celebração de posse de D. Ettore Dotti, primeiro Bispo Diocese de Naviraí.




A celebração teve a presença do Núncio Apostólico, de alguns Bispos do regional Oeste 1, do Paraná e da Bahia, de inúmeros padres da Nova diocese e da Congregação da Sagrada Família, seminaristas, fieis vindos das localidades onde Dom Etorre Dotti já passou (Jandira – SP, Assaí, Peabiru e Curitiba –PR, Serrinha – BA), de religiosas, da sua família italiana e do querido povo da Diocese, e algumas autoridades civis.


















































A Diocese de Naviraí é composta pelos seguintes municípios: Anaurilândia, Angélica, Bataguassu, Batayporã, Eldorado, Iguatemi, Itaquiraí, Ivinhema, Japorã, Jateí, Juti, Mundo Novo, NAVIRAÍ, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paranhos, Sete Quedas, Tacuru e Taquarussu, totalizando 19 municípios. Ela é a sétima Diocese criada no Mato Grosso do Sul. Tem uma extensão de 35.138 quilômetros quadrados e nasce com uma população de 267.356 pessoas. Segundo dados estatísticos, em torno de 197 mil são católicos.

D. Ettore encontra em sua diocese as populações indígenas Guarani Kaiowá e os inúmeros acampamentos dos sem terra. O sistema de produção é baseado no agronegócio, nas grandes fazendas de gado e na monocultura mecanizada. Nas últimas décadas houve a expulsão dos agricultores para as cidades ou para os acampamentos à beira das estradas. Também é uma das regiões de expansão do setor agroindustrial-sucroalcooleiro.

A celebração, apesar da chuva, foi envolvida em um clima de oração, de alegria e de serenidade. No final, Dom Ettore Dotti dirigiu umas palavras aos seus diocesanos, e logo após foi no meio do povo para saudá-los.





PARABÉNS Dom Ettore Dotti!


PARABÉNS Naviraí!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O silêncio antipedagógico na biblioteca pública brasileira


Marcos Pereira dos Santos








Silêncio: essa parece ser a palavra que melhor retrata a situação caótica de grande parte das bibliotecas públicas brasileiras nos dias atuais. Caótica no sentido de um silenciamento quase sepulcral demonstrado por parte de autoridades governamentais, bibliotecários, pesquisadores, professores, alunos e demais leitores-usuários; dadas as condições praticamente surreais de zelo, atenção, cuidado, organização do acervo e utilização desse espaço cultural.
É fato que o advento das novas tecnologias de informação e comunicação, com sua enorme parafernália digital (correios eletrônicos, salas de bate-papo, chats, MSN, orkuts, twitters entre outros aparatos virtuais), embora necessárias à evolução do mundo contemporâneo, configuram-se como um dos principais fatores responsáveis pelo quase total abandono, desprezo e indiferença a que vem sendo submetidas muitas bibliotecas públicas brasileiras.




Todavia, é possível interromper a cerimônia fúnebre em cujo caixão ainda jaz a biblioteca pública no Brasil. Dizemos isto porque entendemos que, a exemplo dos países desenvolvidos, as bibliotecas públicas devem ser vistas como as responsáveis, em grande parte, pelo desenvolvimento de hábitos de leitura em crianças, adolescentes e jovens; bem como pela valorização da cultura humana e formação de leitores crítico-reflexivos realmente comprometidos com o avanço da ciência e o progresso da Nação.
Já a partir de 10 anos, vemos crianças já pré-adolescentes e quase 50% semi-alfabetizadas que não conseguem acompanhar a escola. Com muita liberdade e influência dos tais “amigos”, começam a ir mal na escola e deixam de frequentá-la. Preferem ficar com os tais “amigos” em shoppings, praças, etc. Nesta hora vem o convite para provar as novidades, sejam legais ou ilegais.
Enquanto defensores da causa das bibliotecas públicas brasileiras, acreditamos ser proveitoso utilizar o espaço físico das mesmas de forma qualitativa e didático-pedagógica e não, como ainda ocorre em muitos casos, principalmente em nível de escolarização básica, como um lugar de “castigo” destinado a alunos ditos indisciplinados que tem como “punição” copiar, de forma meramente mecânica, longos trechos de obras “receitadas” por seus professores em sala de aula; ou ainda, como verdadeiros depósitos de livros e outros materiais impressos, danificados ou não pela ação do tempo e, o que é pior, por mãos humanas insensatas. Acrescente-se a isso os casos de professores que, por motivos de doenças sérias, idade avançada ou estresse pedagógico, são remanejados de suas funções laborais docentes para ficarem “encostados” (no sentido literal do termo) em bibliotecas públicas, visto que erroneamente esta se configura como o melhor lugar para o “repouso profissional”, até que chegue a tão almejada aposentadoria.
Precisamos, pois, urgentemente recuperar o verdadeiro sentido da presença das bibliotecas públicas brasileiras no contexto da sociedade civil organizada: servir de espaço coletivo para a busca de informações e apropriação dos saberes historicamente acumulados. Mas, para tanto, faz-se necessário despertar-nos para a conscientização de sua importância, criando estratégias políticas e sócio-educativas que visem à utilização das bibliotecas públicas como locus de pesquisa, ensino e aprendizagem, isto é, uma espécie de laboratório onde seja possível (re)construir novos conhecimentos a partir dos já existentes.
Diante do exposto, desejamos bradar, o mais alto possível, nosso manifesto crítico contra todo tipo de descaso, omissão e/ou negligência consentida em relação às bibliotecas públicas brasileiras e, por isso, conclamamos: basta de silêncio! Precisamos lutar fervorosamente em favor da revitalização, adequação, conservação e utilização das bibliotecas públicas como espaço educativo de apreensão do saber historicamente construído e patrimônio cultural da humanidade. Não podemos perder mais tempo. A hora é agora! Vamos começar por nós?




Marcos Pereira dos Santos é mestre em Educação pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e professor Auxiliar da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) – Campus Ponta Grossa

Jornal Virtual 223 – 15072011
Ano 9 - Nº 223-15/07/2011
www.humanaeditorial.com.br

terça-feira, 28 de junho de 2011

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A festa de Corpus Christi na Paróquia de Santo Inácio e Santa Paula.




Na madrugada de hoje, por volta das 5h30, os paroquianos de Santo Inácio Mártir e Santa Paula Elizabete Cerioli, enfeitaram a rua com os tapetes para a passagem do Cristo Eucarístico.





As pastorais procuram com os seus símbolos agradecer ao Senhor pelo trabalho evangelizador.











Estiveram presentes para alegrar esse momento e expressar a sua fé, muitos jovens,





crianças,













adultos,




homens




e mulheres.




Os nossos seminaristas,




os padres Adriano e Gerolamo, alegraram muito todo o trabalho.













Um singelo agradecimento ao Senhor, feito pelo Seminário e paroquianos, foi para o mais novo Bispo da Congregação da Sagrada Família: D. Ettore Dotti, através da confecção de um tapete com o seu brasão.




Após os tapetes preparados, deu-se início a Celebração Eucarística. Ao final houve uma procissão por algumas ruas do bairro,






chegando até a rua onde estavam os lindos tapetes preparados para o Senhor. O pe. Gerolamo encerrou esse momento tão marcante, com a benção do Santíssimo.





A todos os participantes o nosso muito obrigado!

A festa de Corpus Domini [Corpus Christi]



O nome vem do latim - Corpus Domini [Corpus Christi] - e significa Corpo de Cristo. A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia - o sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.

Acontece numa quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.

A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Em 1264, o papa Urbano IV através da Bula Papal "Trasnsiturus de hoc mundo", estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a Santo Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração.
No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.
A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. Durante a missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.

(Fonte: www.arquidiocesedecampogrande.org.br)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Bento XVI cria nova diocese no Mato Grosso do Sul e nomeia seu primeiro bispo






O papa anunciou, nesta quarta-feira, 1º, a criação da diocese de Naviraí, no Mato Grosso do Sul, e nomeou seu primeiro bispo o padre Ettore Dotti, da Congregação Sagrada Família (CSF). Com a nova diocese, desmembrada da diocese de Dourados (MS), o Regional Oeste 1 da CNBB, que abrange todo o estado do Mato Grosso do Sul, passa a ter sete dioceses.
Monsenhor Ettore Dotti , 50, é vigário regional da Congregação e ecônomo da Região Brasileira, pároco da paróquia Bom Pastor, em Serrinha, na Bahia, e membro do Conselho Presbiteral e do Colégio de Consultores da diocese de Serrinha.

Nascido em Palosco, Bérgamo (Itália), no dia 1º de janeiro de 1961, mons. Dotti entrou para o Seminário da Sagrada Família, em Bérgamo, em 1983. Fez sua profissão religiosa em setembro de 1988. Cursou filosofia e teologia no Seminário Diocesano de Bérgamo e recebeu a ordenação presbiteral no dia 28 de maio de 1994.

Mons. Dotti chegou ao Brasil em janeiro de 1995. Foi vigário paroquial, formador e ecônomo em Itapevi (SP); superior local, vigário paroquial, reitor e mestre de noviços em Itapevi (SP) e em Peabiru, no Paraná.

Foi também administrador paroquial da paróquia de Ivailândia, no Paraná, e regional da Congregação da Sagrada Família em Jandira (SP) e em Peabiru (PR).
A nova diocese
Com uma extensão de 35.138 km2, a diocese de Naviraí nasce com uma população de 267.356. O número de católicos é de 197 mil. São 19 paróquias, 27 padres (10 diocesanos e 17 religiosos), 25 religiosas, 9 seminaristas. O território da nova diocese abrange 19 municípios: Anaurilândia, Angélica, Bataguassu, Batayporã, Eldorado, Iguatemi, Itaquiraí, Ivinheira, Japorã, Jataí, Juti, Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paranhos, Sete Quedas, Tacuru e Taquarussu.